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	<title>Comments for PolegarMente.me</title>
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	<description>Cinematógrafo das emoções</description>
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		<title>Comment on Paradoxo XI by João Esteves</title>
		<link>http://polegarmente.me/?p=807&#038;cpage=1#comment-62</link>
		<dc:creator><![CDATA[João Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Apr 2014 19:16:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Subscrevo por inteiro! 
Não andei muito longe, pelos vistos.

Já sou visitante assíduo, Elsa. Um bom fim-de-semana.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Subscrevo por inteiro!<br />
Não andei muito longe, pelos vistos.</p>
<p>Já sou visitante assíduo, Elsa. Um bom fim-de-semana.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Comment on Paradoxo XI by ElsaCerqueira</title>
		<link>http://polegarmente.me/?p=807&#038;cpage=1#comment-61</link>
		<dc:creator><![CDATA[ElsaCerqueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Apr 2014 12:56:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Olá João!
O seu comentário é extremamente interessante e abrangente. 
Como diz, e bem, há uma relação dialéctica entre direitos e deveres, mas o problema é que existe um fosso entre os direitos proclamados (teóricos) pela Constituição e a sua exequibilidade (prática). Num dos seus artigos (9.º),  advoga-se que é da competência do Estado “Garantir os direitos e liberdades fundamentais e o respeito pelos princípios do Estado de direito democráticos” e “ Promover o bem-estar e a qualidade de vida do povo e a igualdade real entre os portugueses, bem como a efectivação dos direitos económicos, sociais, culturais e ambientais, mediante a transformação e modernização das estruturas económicas e sociais”.
Ora, a qualidade de vida dos portugueses não está acautelada – em 2012 o risco de pobreza aumentou para 18,7% (cerca de dois milhões de portugueses) e segundo o economista Eugénio Rosa quase quatro milhões e meio de portugueses estariam na situação de pobreza se não fossem as transferências sociais, incluindo as pensões. Estou, portanto, a referir-me aos direitos que elencou: alimentação, saúde, educação…, e não às necessidades supérfluas, embora este último conceito seja polémico. (Gosto do texto de Ortega y Gasset “O supérfluo como necessário”). 
É claro que temos o dever/direito de pensar e de agir, isto é, de desenvolvermos uma cidadania (pro) activa. Mas esta só pode ser praticada se for esclarecida. Ora, se o direito à educação, não me refiro apenas à escolaridade obrigatória – não é defendido e respeitado, como actuar fundamentadamente?
Tenho-me apercebido de inúmeros jovens que não prosseguem estudos por carências económicas. É lamentável. Não lhes saiu a “lotaria natural”, para utilizar uma expressão de J. Rawls. É claro que a concepção de justiça distributiva é complexa. O princípio da igualdade de oportunidades e o da diferença – prosseguindo na linha de pensamento de J. Rawls, são interessantes mas extremamente difíceis de mensurabilidade e de implementação. Parece-me que a práxis é quase sempre a morte das teorias político-económicas. 
E se a isto acrescentarmos a corrupção e a incompetência concebida como uma ditadura ou a ditadura da incompetência… teremos bastantes elementos para reflectir sobre a Democracia. A nossa democracia. 

Nota Marginal: Gostei que me tivesse visitado aqui.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá João!<br />
O seu comentário é extremamente interessante e abrangente.<br />
Como diz, e bem, há uma relação dialéctica entre direitos e deveres, mas o problema é que existe um fosso entre os direitos proclamados (teóricos) pela Constituição e a sua exequibilidade (prática). Num dos seus artigos (9.º),  advoga-se que é da competência do Estado “Garantir os direitos e liberdades fundamentais e o respeito pelos princípios do Estado de direito democráticos” e “ Promover o bem-estar e a qualidade de vida do povo e a igualdade real entre os portugueses, bem como a efectivação dos direitos económicos, sociais, culturais e ambientais, mediante a transformação e modernização das estruturas económicas e sociais”.<br />
Ora, a qualidade de vida dos portugueses não está acautelada – em 2012 o risco de pobreza aumentou para 18,7% (cerca de dois milhões de portugueses) e segundo o economista Eugénio Rosa quase quatro milhões e meio de portugueses estariam na situação de pobreza se não fossem as transferências sociais, incluindo as pensões. Estou, portanto, a referir-me aos direitos que elencou: alimentação, saúde, educação…, e não às necessidades supérfluas, embora este último conceito seja polémico. (Gosto do texto de Ortega y Gasset “O supérfluo como necessário”).<br />
É claro que temos o dever/direito de pensar e de agir, isto é, de desenvolvermos uma cidadania (pro) activa. Mas esta só pode ser praticada se for esclarecida. Ora, se o direito à educação, não me refiro apenas à escolaridade obrigatória – não é defendido e respeitado, como actuar fundamentadamente?<br />
Tenho-me apercebido de inúmeros jovens que não prosseguem estudos por carências económicas. É lamentável. Não lhes saiu a “lotaria natural”, para utilizar uma expressão de J. Rawls. É claro que a concepção de justiça distributiva é complexa. O princípio da igualdade de oportunidades e o da diferença – prosseguindo na linha de pensamento de J. Rawls, são interessantes mas extremamente difíceis de mensurabilidade e de implementação. Parece-me que a práxis é quase sempre a morte das teorias político-económicas.<br />
E se a isto acrescentarmos a corrupção e a incompetência concebida como uma ditadura ou a ditadura da incompetência… teremos bastantes elementos para reflectir sobre a Democracia. A nossa democracia. </p>
<p>Nota Marginal: Gostei que me tivesse visitado aqui.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Paradoxo XI by João Esteves</title>
		<link>http://polegarmente.me/?p=807&#038;cpage=1#comment-60</link>
		<dc:creator><![CDATA[João Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Apr 2014 16:09:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Olá,

Fui à procura da resposta e/ou tese mas não encontrei, apenas o mote... O que se me oferece dizer de imediato é que há deveres que são universais, de cidadania ou de um mínimo de convivência com o próximo e que confundem com os direitos dos nossos concidadãos. Também há direitos universais, os chamados Direitos Humanos: ao trabalho, à liberdade de expressão, a professar um qualquer credo ou não, a um tecto, à saúde, à educação... Depois há os direitos associados ao poder de compra e à posse de bens: eu tenho o direito a ter um BMW se tiver dinheiro para o comprar. E esses, numa sociedade justa e que distribuísse equitativamente a riqueza, deviam estar associados aos deveres e às responsabilidades laborais, do foro prático, criativo, cognitivo, etc... Claro que isto dá pano para mangas, porque calcular o valor pecuniário intrínseco e absoluto de uma dada actividade é difícil. A sociedade capitalista resolve isto através do valor de mercado, corrupções à parte. E esses direitos são diferenciados pelo maior ou menor valor de mercado da actividade laboral, o que também se presta a enormes perversões.
Mas se calhar não era nada disto... :)

Abraço.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá,</p>
<p>Fui à procura da resposta e/ou tese mas não encontrei, apenas o mote&#8230; O que se me oferece dizer de imediato é que há deveres que são universais, de cidadania ou de um mínimo de convivência com o próximo e que confundem com os direitos dos nossos concidadãos. Também há direitos universais, os chamados Direitos Humanos: ao trabalho, à liberdade de expressão, a professar um qualquer credo ou não, a um tecto, à saúde, à educação&#8230; Depois há os direitos associados ao poder de compra e à posse de bens: eu tenho o direito a ter um BMW se tiver dinheiro para o comprar. E esses, numa sociedade justa e que distribuísse equitativamente a riqueza, deviam estar associados aos deveres e às responsabilidades laborais, do foro prático, criativo, cognitivo, etc&#8230; Claro que isto dá pano para mangas, porque calcular o valor pecuniário intrínseco e absoluto de uma dada actividade é difícil. A sociedade capitalista resolve isto através do valor de mercado, corrupções à parte. E esses direitos são diferenciados pelo maior ou menor valor de mercado da actividade laboral, o que também se presta a enormes perversões.<br />
Mas se calhar não era nada disto&#8230; <img src="http://polegarmente.me/wp-includes/images/smilies/simple-smile.png" alt=":)" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p>Abraço.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on O Livro dos Homens Sem Luz, João Tordo by ElsaCerqueira</title>
		<link>http://polegarmente.me/?p=627&#038;cpage=1#comment-31</link>
		<dc:creator><![CDATA[ElsaCerqueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2014 21:03:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://polegarmente.me/?p=627#comment-31</guid>
		<description><![CDATA[Olá Susana!
Tenho a certeza que ficarás encantada com a leitura desta obra profundamente filosófica. Fiquei muito perplexa por se tratar do seu primeiro romance (2004), o que me levou a pensar que a intensidade das vivências, a maturidade da escrita e a criatividade terão pouco a ver com a idade do escritor. 
Estou cheia de curiosidade para ler a &quot;Biografia involuntária dos Amantes&quot;. 
Espero que regresses ao meu PolegarMente.me...às vezes.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Susana!<br />
Tenho a certeza que ficarás encantada com a leitura desta obra profundamente filosófica. Fiquei muito perplexa por se tratar do seu primeiro romance (2004), o que me levou a pensar que a intensidade das vivências, a maturidade da escrita e a criatividade terão pouco a ver com a idade do escritor.<br />
Estou cheia de curiosidade para ler a &#8220;Biografia involuntária dos Amantes&#8221;.<br />
Espero que regresses ao meu PolegarMente.me&#8230;às vezes.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on O Livro dos Homens Sem Luz, João Tordo by Susana Dias</title>
		<link>http://polegarmente.me/?p=627&#038;cpage=1#comment-29</link>
		<dc:creator><![CDATA[Susana Dias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2014 00:42:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://polegarmente.me/?p=627#comment-29</guid>
		<description><![CDATA[As tuas palavras, PolegarMente.me, aguçaram.me o apetite para saborear esse(s) enredo(s). Será, também, um autor a descobrir. Estou frustrada por não estar presente no encontro com João Tordo, na ESA.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>As tuas palavras, PolegarMente.me, aguçaram.me o apetite para saborear esse(s) enredo(s). Será, também, um autor a descobrir. Estou frustrada por não estar presente no encontro com João Tordo, na ESA.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on O Besta Célere, Regina Sardoeira by ElsaCerqueira</title>
		<link>http://polegarmente.me/?p=606&#038;cpage=1#comment-24</link>
		<dc:creator><![CDATA[ElsaCerqueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2014 16:44:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://polegarmente.me/?p=606#comment-24</guid>
		<description><![CDATA[Olá Regina Sardoeira.
Não tens que me agradecer. Como esclareço nos &#039;Prolegómenos&#039;, o PolegarMente é um blogue de fruições. Das minhas fruições. 
Fico duplamente grata pelo teu comentário: primeiro porque és a criadora da obra e apraz-me saber que apreciaste a minha análise; depois porque com ele viabilizaste a dialéctica contemplador-criador!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Regina Sardoeira.<br />
Não tens que me agradecer. Como esclareço nos &#8216;Prolegómenos&#8217;, o PolegarMente é um blogue de fruições. Das minhas fruições.<br />
Fico duplamente grata pelo teu comentário: primeiro porque és a criadora da obra e apraz-me saber que apreciaste a minha análise; depois porque com ele viabilizaste a dialéctica contemplador-criador!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on O Besta Célere, Regina Sardoeira by Regina Sardoeira</title>
		<link>http://polegarmente.me/?p=606&#038;cpage=1#comment-23</link>
		<dc:creator><![CDATA[Regina Sardoeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2014 14:58:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://polegarmente.me/?p=606#comment-23</guid>
		<description><![CDATA[Enquanto autora de &#039;O Besta Célere&#039; não devo pornunciar-me: essa tarefa pertence ao leitor que se torna dono da obra, no memento em que a lê e frui. Fico, porém, muito feliz porque me dou conta do vigor interpretativo que dele emanou para ganhar forma na excelente análise da Elsa Cerqueira. O modo como cada leitor se apropria da obra e a faz sua representa um manancial para mim, enquanto autora, e logo criadora e não intérprete, enriquecendo-me profundamente, na justa medida em que enriquece as sublinhas do que, não estando explicitamente escrito, ali subjaz, como acervo complexo de uma estrutura que só revela- se revela - a superfície. Que venham muitos leitores e obrigada à Elsa e aos potenciais intérpretes!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto autora de &#8216;O Besta Célere&#8217; não devo pornunciar-me: essa tarefa pertence ao leitor que se torna dono da obra, no memento em que a lê e frui. Fico, porém, muito feliz porque me dou conta do vigor interpretativo que dele emanou para ganhar forma na excelente análise da Elsa Cerqueira. O modo como cada leitor se apropria da obra e a faz sua representa um manancial para mim, enquanto autora, e logo criadora e não intérprete, enriquecendo-me profundamente, na justa medida em que enriquece as sublinhas do que, não estando explicitamente escrito, ali subjaz, como acervo complexo de uma estrutura que só revela- se revela &#8211; a superfície. Que venham muitos leitores e obrigada à Elsa e aos potenciais intérpretes!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on O Besta Célere, Regina Sardoeira by ElsaCerqueira</title>
		<link>http://polegarmente.me/?p=606&#038;cpage=1#comment-21</link>
		<dc:creator><![CDATA[ElsaCerqueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2014 07:16:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Olá Filipe.
Obrigada pelas tuas palavras.
O livro é, de facto, um belo pretexto para se reflectir sobre a natureza efémera da vida e o seu (des)sentido.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Filipe.<br />
Obrigada pelas tuas palavras.<br />
O livro é, de facto, um belo pretexto para se reflectir sobre a natureza efémera da vida e o seu (des)sentido.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on O Besta Célere, Regina Sardoeira by Filipe Sampaio</title>
		<link>http://polegarmente.me/?p=606&#038;cpage=1#comment-20</link>
		<dc:creator><![CDATA[Filipe Sampaio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2014 00:46:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://polegarmente.me/?p=606#comment-20</guid>
		<description><![CDATA[Depois de uma análise tão profunda e filosófica sobre o livro «O Besta Célere» fiquei com vontade de o adquirir com a máxima celeridade para o ler! Adorei.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de uma análise tão profunda e filosófica sobre o livro «O Besta Célere» fiquei com vontade de o adquirir com a máxima celeridade para o ler! Adorei.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Tabacaria &#8211; The Tobacco Shop, Fernando Pessoa by ElsaCerqueira</title>
		<link>http://polegarmente.me/?p=326&#038;cpage=1#comment-19</link>
		<dc:creator><![CDATA[ElsaCerqueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2014 00:15:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[De nada. Creio que há uma harmoniosa junção de linguagens convergindo num livro em que os imaginários de Fernando Pessoa e de Pedro Sousa Pereira se harmonizam. Uma obra duplamente poética.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>De nada. Creio que há uma harmoniosa junção de linguagens convergindo num livro em que os imaginários de Fernando Pessoa e de Pedro Sousa Pereira se harmonizam. Uma obra duplamente poética.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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